Turismo da Tailândia desmente exigência de certificado de vacinação
A Autoridade de Turismo da Tailândia (TAT) esclarece que, ao contrário do que tem vindo a ser noticiado, não exige certificado de vacinação à entrada no país, mas sim um seguro e um teste PCR negativo aos turistas oriundos da China e da Índia.
Em nota enviada à imprensa esta segunda feira, 9 de janeiro, a Autoridade de Turismo da Tailândia afirma que o país “continua a receber todos os turistas internacionais sob a política de reabertura total ao turismo, introduzida a 1 de outubro de 2022”. Desta forma, e ao contrário das notícias que têm vindo a ser difundidas, “a Tailândia mantém a não obrigatoriedade de apresentação de comprovativos de vacinação ou resultados de testes ATK ou RT-PCR aos turistas internacionais”, lê-se na nota da TAT.
Citado na mesma nota, o vice primeiro-ministro e ministro da Saúde Pública da Tailândia, Anutin Charnvirakul, salienta que “os viajantes internacionais que chegam à Tailândia não são obrigados a apresentar provas de vacinação”.
No entanto, sublinha o texto, a Tailândia passou a exigir um seguro COVID 19 e um resultado de PCR negativo a turistas provenientes de países como a Índia ou a China, uma estratégia sanitária adotada também pelos países membros da União Europeia desde a passada sexta-feira.
Recorde-se que, desde 1 de outubro, a Tailândia passou a oferecer uma extensão do período de estada no destino, de 30 para 45 dias, medida que se encontra válida até 31 de março de 2023 e que se destina a turistas de países/territórios com direito a isenção de visto, como é o caso de Portugal.
Refira-se que a TAT espera alcançar este ano os 25 milhões de turistas internacionais – mais do dobro dos 11,5 milhões de visitantes registados em 2022.


