Solférias vai reforçar Costa Norte do Egito com voo à partida de Lisboa e ter operação para Sharm-el-Sheikh no verão de 2026
O reforço da operação para o Egito, destino que foi o segundo mais vendido na Solférias, é a grande novidade do operador para o verão de 2026, dada a conhecer esta terça-feira num evento em Lisboa, em que foi igualmente revelada uma alteração relativa à operação de Réveillon para o Brasil.
Sobre o evento “A Febre de Fim de Ano”, realizado esta terça-feira na Estufa Fria, em Lisboa e que contava com cerca de 490 inscritos, Sónia Regateiro, disse ser “uma festa de convívio de final de verão com o trade e de agradecimento pelo constante apoio do trade à Solférias e às vendas de verão”.
Apresentar a programação de inverno, com incidência no fim do ano – que está já na rua e que “está bem vendida”, como afirmou Sónia Regateiro, COO do operador, em conversa com a imprensa – e dar a conhecer algumas novidades para 2026, são igualmente objetivos do evento que ruma ao Porto no dia 25.
Em termos da programação para o verão do próximo ano, a grande novidade é o aumento da oferta para o Egito, destino que foi o segundo em vendas este ano, logo a seguir a Cabo Verde que se mantém de pedra e cal no primeiro lugar, e sempre a crescer, e suplantando o Senegal.
“No próximo verão, vamos aumentar a nossa oferta para a costa norte do Egito. Vamos ter um voo de Lisboa, à parte do que foi a operação do Porto este ano, que foi efetivamente um sucesso, e queremos reforçá-la para o próximo ano com voo à saída de Lisboa”, garantiu Sónia Regateiro.
Além disso, o operador vai lançar mais um destino no Egito, uma operação nova do Porto para Sharm-el-Sheikh.
“Este ano o Egito já conseguiu ser o número dois em vendas e para o ano queremos reforçar esta nossa aposta, porque é um destino fabuloso e muito completo. Desde praias, cultura, história, vida noturna…”, destacou Sónia Regateiro, antecipando que os voos vão começar todos no início de junho e prolongar-se até ao final de setembro. No caso de Sharm-el-Sheikh, os voos do Porto vão sair às terças-feiras e quanto ao voo de Lisboa para El Alamein, deverá ser à quarta ou quinta-feira, mas “ainda estamos à espera” do slot.
Operação de fim de ano para o Brasil alterada
A programação de fim de ano, no que se refere às operações charter, foi lançada com grande antecedência – a do Brasil foi lançada no início de junho – e está praticamente vendida, no entanto, como revelou Sónia Regateiro, houve que proceder a uma alteração.: “Hoje não são só coisas boas, também temos uma má notícia, que foi lançada ontem [segunda-feira] para o mercado”, disse, explicando que “vamos ter que anular um dos voos de Réveillon, por dificuldades operacionais que estamos a ter na venda do voo do Brasil para Portugal”.
Concretamente, mantêm-se os dois voos do Porto, a 26 e a 27 de dezembro, como estava previsto, o Porto de Salvador e o Porto de Maceió, mas de Lisboa, onde estava previsto um voo para Maceió e outro para Natal, “passa a ser só um voo, a 28 de dezembro, porque a aeronave é a mesma”, ou seja, o voo passará a fazer Lisboa-Maceió-Natal.
Adiantando que “para evitar problemas, já tínhamos travado vendas, porque sabíamos que havia ali alguma dificuldade, quer em termos de slots do aeroporto de Lisboa, quer de aeronaves”, Sónia Regateiro sublinhou que, com esta redução de capacidade “ficamos em piores lençóis a nível de disponibilidade para o Brasil, porque ao dia de hoje, tenho 5 lugares para vender no Porto-Salvador, 9 no Lisboa-Maceió e 12 no Porto-Maceió”.

Cabo Verde é outro dos destinos já sem disponibilidade em charter: “Neste momento, só mesmo voos regulares e com tarifas bastante altas, porque também os charters estão esgotados. E mesmo assim, a Solférias ainda assumiu um voo sozinha o Porto-Sal, um extra de Réveillon a 27 de dezembro, que também já está vendido”.
No entanto, garantiu, “ainda temos muita coisa para vender”, como os três voos do Funchal, dois do Porto e um de Lisboa, e outros destinos: “Ainda temos lugares com a Emirates para o Dubai, ainda temos lugares com a TAP para Marraquexe, além da nossa tradicional oferta em Portugal continental, quer os cruzeiros no Douro, em que geralmente fretamos barcos, quer os programas mais curtos do ‘Férias por Cá’”.



