Rent-a-car adquiriu 41% dos automóveis ligeiros matriculados em julho
De acordo com a associação do setor (ARAC), as empresas de rent-a-car adquiriram 8.333 veículos durante o mês de julho. O número de veículos ligeiros de passageiros adquiridos pelo setor ascendeu a 7.453, representando 41% do total de ligeiros de passageiros matriculados nesse mês.
Segundo a ARAC, as aquisições realizadas pelas empresas do setor distribuíram-se por 7.453 veículos ligeiros de passageiros, 560 veículos ligeiros de mercadorias, 245 motociclos e 75 veículos pesados de mercadorias.
De acordo com os dados divulgados pela ACAP – Associação Automóvel de Portugal, foram matriculados em Portugal, durante o mês de julho, 22.480 veículos automóveis, o que corresponde a um crescimento de 8,6% face ao mesmo mês de 2025. No segmento dos automóveis ligeiros de passageiros foram registadas 18.157 matrículas, mais 3,5% do que em julho do ano anterior.
“A comparação entre os dados da ACAP e a informação estatística recolhida pela ARAC permite concluir que os 7.453 automóveis ligeiros de passageiros adquiridos pelas empresas de rent-a-car representaram aproximadamente 41% do total nacional deste segmento”, o que significa que cerca de quatro em cada dez automóveis ligeiros de passageiros matriculados em Portugal durante o mês de julho foram adquiridos por empresas de rent-a-car, destaca a associação do setor.
No total, excluindo os motociclos, as empresas de rent-a-car adquiriram 8.088 veículos automóveis, entre ligeiros de passageiros, ligeiros de mercadorias e pesados de mercadorias, o que corresponde a cerca de 36% de todos os veículos automóveis matriculados em Portugal em julho.
Para a ARAC – Associação Nacional dos Locadores de Veículos, estes resultados confirmam que o rent-a-car constitui um dos seus principais pilares de sustentação do mercado automóvel.
A associação destaca, também o contributo do rent-a-car para a cadeia de valor da industria automóvel, para a renovação do parque automóvel e para o turismo, “assegurando a mobilidade de milhões de visitantes e contribuindo para a acessibilidade, competitividade e coesão territorial dos destinos nacionais”, uma vez que permite !distribuir os fluxos turísticos por todo o território, favorecendo não apenas os destinos mais consolidados, mas também regiões do interior e localidades com menor oferta de transportes públicos”, reforça a ARAC em comunicado.
A ARAC alerta, no entanto, que “o aumento da frota e do investimento não se traduz automaticamente num crescimento proporcional da rentabilidade das empresas”, frisando que “a elevada concorrência e a pressão sobre os preços obrigam a uma gestão particularmente rigorosa da utilização das frotas, dos custos operacionais e dos valores residuais”.


