Região de Aveiro tem nova estratégia turística e Ria de Aveiro passa a submarca
Turismo de natureza, turismo cultural, gastronomia e vinhos, sol e mar, turismo náutico, turismo industrial e arte e arquitetura, são os 7 produtos turísticos em que assenta a nova estratégia turística da região que valida a criação da marca “Região de Aveiro”.
A Comunidade Intermunicipal da Região de Aveiro (CIRA) divulgou na segunda-feira a nova estratégia de desenvolvimento turístico que visa “posicionar a área como o destino turístico de referência na Região Centro até 2035”.
De acordo com a nota divulgada, os 11 municípios que integram a região de Aveiro, renovam “o compromisso basilar de assumir o turismo como setor estratégico da política de atuação” da CIRA”, nomeadamente como “instrumento prioritário de promoção da coesão territorial, com a noiva estratégia a apresentar-se como uma resposta “às novas atribuições das Comunidades Intermunicipais na área do turismo e ao reforço (recente) das mesmas”,
O objetivo é tornar a região de Aveiro no “destino turístico com melhor performance da Região Centro projetado para o horizonte 2035, com o desafio de conferir escala aos produtos turísticos – consolidados e emergentes” na Comunidade Intermunicipal.
A Estratégia de Desenvolvimento Turístico agora divulgada, “valida” a criação da marca de destino turístico “Região de Aveiro”, através da qual a Comunidade Intermunicipal pretende “reforçar o turismo como setor estratégico da sua atuação e instrumento de coesão territorial”.
De acordo com a nota divulgada no site oficial da CIRA, a atual marca “Ria de Aveiro” será “reposicionada como uma marca de produto e, simultaneamente, uma submarca da nova marca turística”.
O plano, que foi aprovado pelo Conselho Intermunicipal e pela Assembleia Intermunicipal, tem por base, segundo a CIRA, “o diagnóstico atualizado da atividade turística” no território, “com cada um dos 11 municípios que o integram, associado às tendências que marcam a atualidade e o futuro desta atividade”.
Em termos de produtos turísticos estratégicos foram selecionados sete, “em virtude do seu nível consolidação e expressão territorial (turismo de natureza, turismo cultural, gastronomia e vinhos, sol e mar), mas também de potencial de afirmação futura (turismo náutico, turismo industrial e arte e arquitetura)”, lê-se na nota difundida.
Relativamente aos principais mercados, para além do interno, foram segmentados os emissores em três tipologias. Ao nível dos mercados considerados “maduros”, a CIRA dá o exemplo de Espanha e França. Como mercados de crescimento, os exemplos dados são o Brasil e os Estados Unidos, enquanto o Canadá é o exemplo dado em termos dos mercados de diversificação.
A CIRA irá agora “definir um plano de ação com diferentes projetos âncora para o território” segmentado nos eixos ‘Estruturação e Qualificação da Oferta’; ‘Promoção e Comunicação do Produto’; ‘Distribuição e Comercialização do Produto’; e ‘Observação e Monitorização da Atividade’.


