Raques Naran confirmou ao Turisver que “no ano passado analisei essa situação de poder sair da AIRMET”
O ano de 2025 foi profícuo em notícias que tinham a ver com a transferência de agências de viagens de um agrupamento para outro. Uma das agências que esteve “na berlinda” foi a Viaja com Lisboa Santos. Raques Naran explicou a situação ao Turisver.
A partir de determinada altura do ano passado, falou-se muito em saídas, e entradas, nos agrupamentos de agências de viagens, e falou-se muito de que a Viaja com Lisboa Santos ia mudar. Isso foi equacionado por vocês?
Sim. Nós temos boas condições, bons rapéis, tenho os operadores com que mais trabalho, porque os meus clientes procuram mais o seu produto, e isso tem de coincidir com o agrupamento onde estamos inseridos. Portanto algumas vezes há que equacionar a saída, em função daquilo que o agrupamento onde estamos nos pode garantir-nos.
O ano passado analisei essa situação de poder sair da AIRMET, mas nós nunca podemos saber o que é o futuro. Mesmo em relação aos operadores, nunca sabemos como é que eles nos vão remunerar no futuro, porque são feitos contratos apenas anuais, não são contratos com uma duração mais alergada, e por isso, hoje a realidade pode ser uma coisa e em 2027 ou 2028 a realidade pode ser diferente, e aí também não se pode fazer nada.
Mas acabou por não sair da Airmet, e por continuar com empresas em dois agrupamentos de viagens. Porquê?
A resposta às duas perguntas é sim. Acabei por ficar na Airmet, e também estamos na DIT, porque são duas empresas distintas, não têm nada a ver com uma com outra. Temos estado a modificar um bocadinho as coisas, e queremos para o futuro, já este ano, modificar bastante as coisas entre uma empresa e a outra.



