Proveitos do alojamento turístico continuaram a subir no 2º trimestre e atingiram 2,1 mil milhões de euros
Com o número de hóspedes a aumentar 2,3% para 9,4 milhões e as dormidas a subirem 1,2% para 23,3 milhões no 2º trimestre do ano, os proveitos totais do alojamento turístico cresceram 5,2% em termos homólogos, para 2,1 mil milhões de euros e os de aposento subiram 4,5% para 1,6 mil milhões, mas de acordo com o INE há sinais de abrandamento.
Nos dados divulgados esta sexta-feira, 14 de agosto, pelo Instituto Nacional de Estatística é frisado, no entanto, que o crescimento dos proveitos foi menor do que o registado no primeiro trimestre do ano, quando os proveitos totais tinham aumentado 5,9% e os de aposento tinham crescido 5,3% face ao período homólogo.
Face ao abrandamento verificado no aumento dos proveitos do alojamento turístico, o INE faz notar que os “crescimentos do RevPAR e do ADR também abrandaram”.
De acordo com os dados divulgados pelo INE, “no conjunto dos estabelecimentos de alojamento turístico, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 81,6 euros no 2.º trimestre, registando um aumento de 0,8% (+1,5% no trimestre anterior). rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 130,2 euros (+2,4%, após +3,1% no trimestre anterior)”.
A mesma informação indica que a região da Grande Lisboa foi a que registou o RevPAR mais elevado no segundo trimestre do ano, atingindo os 124,1 euros, seguindo-se a RA Madeira, com 108,5 euros. Ainda assim, foi o Alentejo que registou a maior subida no RevPAR: +6,9%.
Relativamente ao ADR, os “campeões” foram também a Grande Lisboa e a RA Madeira: “A Grande Lisboa destacou-se ainda com o valor mais elevado de ADR (162,4 euros), apesar de ter sido a única região a registar um decréscimo neste indicador (-1,3%). Seguiu-se a RA adeira (137,5 euros), que apresentou o maior crescimento (+8,7%)”, lê-se na informação divulgada pelo INE.
Por tipologia de alojamento, as pousadas e quintas da Madeira registaram o ADR mais elevado (177,8 euros), seguindo-se os hotéis (137,9 euros) e os hotéis-apartamentos (136,0 euros). Em termos de categorias, destacaram-se os hotéis-apartamentos e os hotéis de 5 estrelas (247,0 euros e 240,3 euros, respetivamente).
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