Programação de inverno da Solférias reforça aposta no Médio Oriente e nos EUA
À margem do evento “A Febre de Fim de Ano”, realizado esta terça-feira na Estufa Fria, em Lisboa, Sónia Regateiro, COO da Solférias, falou sobre as apostas do operador para o inverno 2025-2026, em que sobressaem os destinos Omã e os Estados Unidos.
Recentemente, a Solférias lançou o destino de Omã, em voos regulares, que “acaba por completar um pouco a nossa oferta no Médio Oriente, e estendemos esta programação como novidade deste inverno”, juntando-se assim à oferta do operador para os destinos já mais tradicionais naquela região, como o Dubai, Abu Dhabi, Ras al Khaimah.
Segundo Sónia Regateiro, o destino Omã “está a suscitar alguma curiosidade no mercado, apesar de não existirem voos diretos”. Mas aquilo que o operador está a sentir é, principalmente, uma “maior procura por combinados, entre Dubai e Omã e Abu Dhabi e Omã, porque é excelente para completar a oferta do que é o Dubai e o Abu Dhabi e fazer uma extensão ao Omã”, adiantou.
Outra das apostas do operador para o inverno é nos Estados Unidos: “Temos feito uma aposta muito grande em estender a nossa programação nos Estados Unidos, por força das próprias tecnologias que nos têm permitido esta diversificação de oferta”, explicou. Além disso, o alargamento da programação para os Estados Unidos, “permitiu-nos também abrir outras ilhas no Caribe. Já trabalhávamos Aruba e Bahamas, e agora abrimos Curaçau, Granada, Antígua, Santa Lúcia, Saint Vicent”, ou seja, “estamos a abrir continuamente novos destinos, porque a tecnologia já nos permite termos pacotes flexíveis, e assim aumentar a panóplia de destinos Solférias, não perdendo a especialização dos destinos”.
Ainda no que se refere aos Estados Unidos, indicou que a Solférias já tem programação para Nova Iorque, Los Angeles, Chicago, Orlando, Miami – essas cidades já estão publicadas, já estão online”. Depois, “vamos alargando à medida que o sistema nos vai permitindo e que os nossos os diretores de produtos, vão analisando os produtos para os publicarmos com confiança”.
Além disso, afirmou que o operador tem tido “alguma procura até de combinados dos Estados Unidos com Havai, o que nos faz ponderar em estender mais um bocadinho a programação até ao Havai”.
Questionada sobre se a nova política de entradas nos Estados Unidos não vai afetar as perspetivas do operador, Sónia Regateiro disse: “Esperemos que não, ainda não sabemos. Até ao momento o que nós sentimos é uma retração nas viagens para os Estados Unidos, houve uma diminuição na procura, mas quem quer ir aos Estados Unidos continua a ir.”
Em conversa com a imprensa, Sónia Regateiro adiantou ainda que há outras destinos que “queremos lançar muito em breve, em linha regular, como é o caso das Filipinas e da Coreia do Sul, depois de termos lançado também o Japão”.


