Porto e Norte afirmou-se em 2025 como principal destino turístico dos portugueses
Em 2025, o Norte destacou-se como a região com o maior número de hóspedes e de dormidas por parte do mercado interno. Para a região esta é a confirmação de que é a “preferida dos portugueses para viajar e pernoitar”.
A região liderou no número de hóspedes residentes, com 3,3 milhões, mais 4% do que no ano anterior e também no indicador das dormidas por parte do mercado interno, totalizando 5,4 milhões, mais 4,5% face a 2024.
Paralelamente, o Porto e Norte de Portugal continuou a registar uma evolução positiva da procura internacional e na diversificação de mercados, com um crescimento de 3,4% nos hóspedes e de 4,5% nas dormidas de não residentes, em comparação com 2024.
A região consolidou mercados de longa distância, como o americano, que reforça a 2.ª posição no ranking de mercados emissores da região, com mais 6,4% e crescimentos em mercados como UK, com mais 13,6%, Canadá, com mais 9%, Irlanda com mais 8,9%, Países Baixos com crescimento de 7,9% e Alemanha com crescimento de 5,1%.
A nível dos indicadores económicos, os proveitos totais aumentaram 8,8% em termos homólogos, com os proveitos de aposento a crescerem 8,1%.
Para Luís Pedro Martins, presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, “estes resultados são muito significativos, pois confirmam que a nossa estratégia no pós pandemia teve sucesso, o Porto e Norte de Portugal é hoje a região de eleição dos portugueses, enquanto diversificamos e reforçamos a nossa atratividade junto dos mercados internacionais”.
Para o responsável, “o crescimento equilibrado da procura e dos proveitos demonstra a consistência do trabalho desenvolvido e a capacidade da região em gerar valor ao longo de todo o território. Hoje, para além do subdestino Porto, registamos com agrado que há uma dinâmica mais forte no Douro, Minho e Trás-os-Montes”.
O reforço da acessibilidade aérea foi um dos fatores determinantes para o desempenho turístico da região. Em 2025, o Aeroporto Francisco Sá Carneiro ultrapassou, pela primeira vez, os 17 milhões de movimentos de passageiros. Já para 2016 estão previstas cerca de 130 rotas e novas ligações para mercados estratégicos, como os Estados Unidos.


