Mar Sánchez Villalta dos Hotéis Marriott da Maurícia: “Gostamos muito de saber que os clientes portugueses regressam satisfeitos”
Mar Sánchez Villalta, representante para o sul da Europa dos Hotéis Marriott na ilha Maurícia, esteve recentemente em Lisboa para dar a conhecer estas unidades hoteleiras num evento promovido pelo operador turístico Solférias. O Turisver aproveitou para falar com esta profissional.
Representante dos três hotéis Marriott da ilha Maurícia (Le Meridien le Maurice, St.Régis le Morne e The Westin Turtle Bay Resort and Spa), Mar Sánchez Villalta começou por dizer ao Turisver que “tinha muita vontade de fazer algo com a Solférias e dirigido a seus melhores clientes. Então, pensámos que este era um momento muito apropriado para poder realizá-lo”.
Sobre o mercado português, a responsável considerou que “é muito importante e, além disso, gostamos muito de saber que os clientes portugueses regressam satisfeitos e que gostam muito da ilha” que atualmente já não é apenas olhada como um destino para luas de mel, mas também como um destino para famílias. “Agora, há muitas famílias que viajam com crianças pequenas e com adolescentes. Temos um perfil de clientes muito variado, gente jovem, muitas famílias, muitas luas de mel também, porque não deixa de ser um destino muito paradisíaco”, afirmou, acrescentando que “também temos os turistas que gostam de um pouco mais da aventura, e golfistas, ou seja, é um perfil muito amplo”.
Sobre os três hotéis Marriot que existem na ilha, Mar Sánchez Villalta, especificou que o The Westin Turtle Bay Resort & Spa “é um hotel muito dedicado ao bem-estar”, onde “temos clientes portugueses, que vão em busca de uma pausa, de relax”.
Já o Le Meridien é um hotel que “está muito focado em famílias e que tem uma ala só para adultos”, para onde vão “muitos casais, estejam ou não em lua de mel”.
Por último, o St. Regis Le Morne, que “está situado numa das melhores zonas da ilha Maurícia, é um hotel de 5 estrelas de grande luxo, que é, para nós, a joia da coroa”.
Sobre o impacto que está a ter no turismo das Maurícias a situação no Médio Oriente, a responsável confessou que “no início, o impacto foi forte, a Semana Santa foi bastante complicada. Houve muitos cancelamentos, sobretudo porque muitos dos passageiros viajavam com Emirates, que é uma companhia do Médio Oriente, e as pessoas não queriam viajar”. Reconheceu, no entanto que “nem tudo ficou perdido” porque “tivemos alguns voos com a Air Mauritius, com a Air France e também com a Turkish”.
Comparativamente com outros destinos que apenas estão dependentes das companhias aéreas do Golfo, “a Maurícia está a recompor-se mais rapidamente porque temos alternativas em termos de voos: “Temos a sorte de, durante o verão, termos dois voos diretos desdeMadrid”, disse, acrescentando que “a Maurícia está a vender-se muito bem via Europa e via Istambul”, afirmou.


