Madeira recebe conferência internacional para debater futuro do golfe
A ilha da Madeira recebe, de 10 a 12 de novembro, a Conferência da GCAE (Golf Course Association Europe), reunindo cerca de 250 profissionais mais influentes do golfe a nível internacional para debater o futuro do setor.
Dedicado exclusivamente a gestores e operadores de golfe, o evento propõe debater na Golf Business Conference – Driving Change, soluções para manter a modalidade relevante, sustentável e rentável.
Esta conferência, organizada pela GCAE – Golf Course Association Europe e pelo CNIG – Conselho Nacional da Indústria do Golfe, terá o apoio da AP Madeira (Associação de Promoção da Madeira) e do Turismo de Portugal.
As boas-vindas serão dadas a 11 de novembro, por Renate Roeleveld, CEO da Golf Course Association Europe, seguindo-se a abertura oficial com a apresentação do estudo académico “Avaliação do Impacto da Indústria do Golfe em Portugal através do Turismo Residencial e do Mercado Imobiliário” – apresentada por João Duarte da NOVA SBE.
Na mesa-redonda estarão João Bugalho, CEO Arrow Global Portugal, Evgenios Dendrinos, Managing Director TEMES SA (Grécia) e Maria Empis, Co-Head of Residential JLL Portugal. Nuno Sepulveda, co-CEO da Details fará a sua apresentação das 09h55 às 10h15.
“Como elaborar um plano estratégico para a minha instalação”, “As mais recentes perspetivas da indústria nos EUA”, “Porque devo investir em tecnologia de campo de treino – e como implementá-la de forma eficaz para a minha instalação, os meus jogadores e o meu negócio?”, “Mudanças geracionais em hóspedes e colaboradores”, “Gestão inteligente da água e irrigação na prática” são os temas que estarão a debate.
No dia 12 de novembro haverá ainda algumas visitas, nomeadamente ao novo Campo de Golfe da Ponta de Pargo, desenhada por Sir Nick Faldo, workshops e duas sessões onde se falará, entre outros temas, sobre “Water & Golf Course 2030” e “Women in Golf por Renate Roeleveld”.
Recorde-se que o golfe na Europa está em expansão. O número de praticantes cresce, multiplicam-se os formatos – desde o jogo tradicional em campo até às experiências digitais – e uma nova geração começa a marcar presença nos “fairways”. Este crescimento traz também novos desafios para quem gere diariamente os campos e as infraestruturas de golfe.


