INOTEL leva a Paços de Ferreira conceito de hospitalidade que alia turismo, trabalho e tecnologia
O INOTEL Stay Group abriu o seu primeiro estabelecimento em Paços de Ferreira, seguindo um novo conceito de hospitalidade híbrida pensado para responder às novas formas de viajar, trabalhar e permanecer nos territórios. Por isso, o projeto combina alojamento, coworking, serviços e tecnologia.
Aberto ao público desde o passado dia 1 de julho, em regime de soft opening, o primeiro INOTEL nasce em Paços de Ferreira e combina diferentes tipologias de alojamento — Suite, Estúdio, Estúdio Superior e Apartamento Deluxe com um quarto — com coworking e serviços complementares, apoiados por uma infraestrutura tecnológica orientada para a autonomia do hóspede e para a eficiência da operação.
Porque hoje, uma mesma viagem pode combinar trabalho e lazer, o INOTEL é um espaço onde as fronteiras entre turismo de lazer, viagens de negócios e mobilidade profissional se tornam menos rígidas, e onde a tecnologia, uma das componentes estruturantes deste modelo, está presente “para simplificar, não para substituir” a intervenção humana que continua a existir “nos momentos em que efetivamente acrescenta valor”.
Num setor pressionado pelos custos operacionais, pela escassez de recursos humanos e por hóspedes cada vez mais exigentes em matéria de rapidez, autonomia e conectividade, esta combinação entre digitalização e serviço assume particular relevância.
O INOTEL integra o Grupo GES360, grupo empresarial português com experiência e investimentos em diferentes áreas, incluindo turismo, distribuição turística, investimento, imobiliário e gestão operacional.
O conceito foi desenvolvido por Paulo Correia, fundador e CEO do Grupo GES360, para quem “o futuro da hospitalidade será, cada vez mais, determinado pela capacidade de compreender por que razão as pessoas se deslocam e o que necessitam durante essa permanência. Hoje, a mesma pessoa pode ser turista, profissional ou empresário em diferentes momentos da mesma viagem. O INOTEL nasce dessa transformação: queremos criar espaços capazes de acompanhar essa nova mobilidade, utilizando a tecnologia para tornar a experiência mais simples e a operação mais eficiente”, afirma.
O responsável defende que, embora Portugal se tenha afirmado como um dos grandes destinos turísticos internacionais “existe ainda uma oportunidade significativa em territórios com empresas, indústria, conhecimento e capacidade exportadora, que recebem diariamente pessoas por razões profissionais. Se conseguirmos transformar uma parte dessa mobilidade em permanência, estamos também a criar turismo, consumo e valor para as economias locais.”
Paços de Ferreira é o ponto de partida deste novo projeto que pretende consolidar a operação e validar o modelo em contexto real. A estratégia passa por desenvolver uma operação eficiente, tecnologicamente integrada e com processos que possam ser progressivamente normalizados, permitindo avaliar futuras oportunidades de crescimento e adaptação do conceito a outros territórios.


