INE: Proveitos do alojamento turístico aumentaram 5,8% em maio para 755,7 M€
Em maio, os proveitos totais do alojamento turístico aumentaram 5,8% em termos homólogos, e os de aposento subiram 4,8%, superando os verificados no número de hóspedes (+3,9%) e de dormidas (+2,8%). Os dados foram revelados esta terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.
Em maio de 2026, o setor do alojamento turístico registou 3,3 milhões de hóspedes (+3,9%) e 8,0 milhões de dormidas (+2,8%). Já os proveitos totais ascenderam a 755,7 milhões de euros, refletindo um aumento de 5,8% face ao mesmo mês do ano passado, enquanto os proveitos de aposento ascenderam a 575,1 milhões de euros, um aumento homólogo de 4,8%, respetivamente.
Publicados esta terça-feira, 30 de junho, os dados do INE revelam que “todas as regiões registaram aumentos nos proveitos, tendo os maiores sido observados no Alentejo (+22,9% nos proveitos totais e +21,8% nos de aposento)”
De acordo com o INE, a região da Grande Lisboa concentrou a maior parcela dos proveitos (30,6% dos proveitos totais e 32,4% dos proveitos de aposento), sendo seguida pelo Algarve (23,7% e 22,0%, pela mesma ordem) e pela região Norte (17,2% e 18,0%, respetivamente).
Lisboa registou a maior descida no RevPAR em maio
No mês em análise, o rendimento médio por quarto disponível (RevPAR) atingiu 84,0€, refletindo um au aumento de 0,7% (o mesmo crescimento registado em abril), enquanto o rendimento médio por quarto ocupado (ADR) atingiu 130,9 euros (+2,4% em termos homólogos).
A Grande Lisboa foi a que registou o RevPAR mais elevado, com 133,9€, apesar de esta ter sido a região que observou o maior decréscimo neste indicador: -6,2%.
O segundo RevPAR mais elevado foi registado na RA Madeira, com 111,3 euros, enquanto os maiores crescimentos neste indicador foram observados no Alentejo (+17,8%) e na RA Açores (+6,3%).
Também no ADR, foi a Grande Lisboa a registar o mais elevado, com 171,4 euros, seguindo-se a RA Madeira, com 140,4 euros, que foi também a região onde se verificou o maior aumento neste indicador: +9,5%. O Alentejo foi a região que observou a segunda maior subida no ADR: +9,2%, em termos homólogos.


