Fundo Revive Natureza tem mais seis imóveis a concurso. Prazo termina a 6 de novembro
O Fundo Revive Natureza lançou a concurso na segunda-feira, para requalificação e valorização, seis imóveis públicos devolutos nos distritos de Coimbra (dois), Castelo Branco (dois), Guarda e Lisboa. O prazo do concurso termina a 6 de novembro.
O lançamento do concurso aconteceu na Figueira da Foz, concelho onde se localizam dois dos imóveis a concurso, concretamente a Casa Florestal das Regalheiras, na Costa de Lavos, e o antigo posto fiscal de Quiaios.
Outros dois imóveis estão localizados no distrito de Castelo Branco, concretamente o antigo posto fiscal de Monte Fidalgo, no concelho de Vila Velha de Ródão, e a Casa Xavier, no município de Vila de Rei.
Já no distrito da Guarda, no concelho de Celorico da Beira, foi colocado a concurso o imóvel Moinhos da Corredoura, localizado no Parque Natural da Serra da Estrela.
Por último no distrito de Lisboa, foi colocado a concurso o edifício florestal da Abrigada, localizado no concelho de Alenquer.
O Fundo Revive Natureza é gerido pela Fomento — Fundos de Investimentos Imobiliários, e segundo a administradora Rita Lavado, os interessados têm até ao dia 6 de novembro para apresentar as suas candidaturas, que serão valorizadas em função do cumprimento de critérios, como a criação de empregos locais, os candidatos situarem-nos nos concelhos do imóvel ou nos municípios limítrofes e apresentarem investimentos em sustentabilidade ambiental e características inovadoras.
De referir que desde julho de 2020, já foram lançados e encerrados 64 concursos, referentes a 36 imóveis que integram o Fundo Revive Natureza e a 29 estações ferroviárias identificadas no protocolo celebrado entre a Fomento — Fundos e a Infraestruturas de Portugal Património. No total, foram apresentadas e analisadas 436 candidaturas.
Até ao momento, 33 dos imóveis sob gestão do Fundo Revive Natureza estão adjudicados, dos quais 22 com contrato assinado e 12 encontram-se já recuperados e em exploração.


