DIT Portugal identifica alterações na forma de viajar dos portugueses
A DIT Portugal analisa a forma como os hábitos dos viajantes evoluíram na última década e explica por que razão é essencial que os agentes de viagens compreendam estas mudanças para criarem experiências que correspondam às novas expectativas dos consumidores.
A forma como viajamos alterou-se ao longo da última década e, de acordo com a DIT Portugal, apesar de a escolha do destino continuar a ter um papel central, hoje o viajante procura mais do que apenas um local para férias: procura uma história para viver e para contar. Por isso, se há 10 anos, no pós férias, o local dominava as conversas, hoje são as experiências que as dominam, mesmo antes da partida.
“O destino continua a ser importante, mas a experiência passou a ocupar o lugar principal”, afirma a empresa, sublinhando que hoje, a viagem começa muito antes da partida, com o viajante a buscar inspiração nas redes sociais, em vídeos partilhados por familiares e amigos, e a fazer listas de locais a visitar, o que faz com que duas pessoas possam “visitar o mesmo destino e regressar com recordações completamente distintas”.
Segundo a empresa, o aumento da oferta de voos, alojamentos, atividades ou recomendações, torna o planeamento das férias mais exigente, obrigando os viajantes a tomar dezenas de decisões antes mesmo de saírem de casa. Neste contexto, sublinha, “escolher bem já não significa apenas encontrar o melhor preço. Significa construir uma viagem alinhada com os interesses, o ritmo e a forma de viajar de cada pessoa, criando memórias que perduram muito para além do regresso”.
Por isso, para a DIT Portugal, compreender o viajante é mais importante do que nunca, sendo esse o desafio das agências de viagens que também têm evoluído para responder a esta nova realidade. “Hoje, o aconselhamento vai muito além da simples gestão de uma reserva: passa por ouvir, compreender e criar experiências verdadeiramente adaptadas a cada viajante”, sublinha.
“Os destinos mudam, as tendências evoluem, a tecnologia transforma-se” mas “compreender aquilo que cada viajante espera realmente da sua próxima viagem” continua a ser tão importante como há dez anos, defende a empresa.


