CTP espera que “o Turismo continue a ser bem considerado” no ‘superministério’ da Economia e Coesão
Comentando a Orgânica do XXV Governo Constitucional que criou um ‘superministério’ resultante da fusão dos Ministérios da Economia e da Coesão Territorial, sob a liderança de Manuel Castro Almeida, a CTP espera agora que seja dada prioridade ao Turismo.
A Confederação do Turismo de Portugal começa por destacar o facto de o Turismo voltar a não ter sido contemplado com um Ministério, ao contrário do que a CTP tem vindo a defender. Realça, também, o facto de a Economia, que tutelava o Turismo, passar a estar integrada juntamente com a Coesão Territorial num só ministério liderado por Manuel Castro Almeida.
Em comunicado, o presidente da CTP, Francisco Calheiros, diz que “em teoria, a criação de um ‘superministério’ que junta a Economia e a Coesão Territorial pode até ser positivo”, uma vez que “poderá contribuir para a dinamização económica, estando integradas num mesmo ministério a tutela dos principais setores da economia e a gestão dos fundos e apoios necessários ao desenvolvimento de infraestruturas estratégicas, indispensáveis para o crescimento da economia nacional”.
Face à nova orgânica, Francisco Calheiros diz esperar que o Turismo continue a ser bem tratado: “Espero que neste novo Ministério o Turismo continue a ser bem considerado em termos de política pública e de resolução de importantes dossiers estratégicos que necessitam de ser urgentemente colocados em marcha, para o bem do país”.
A CTP destaca a capacidade de Manuel Castro Almeida, para liderar o Ministério da Economia e da Coesão Territorial, “prosseguindo o trabalho que tem vindo a ser realizado tendo em conta os desafios que se colocam ao setor do Turismo” e afirma-se pronta a colaborar com o novo ministro.
A CTP considera ainda “positiva” a criação de um Ministério da Reforma do Estado: “Tem sido uma prioridade da CTP alertar para a necessidade urgente de se proceder a uma profunda reforma do Estado. Por isso, nos congratulamos com a criação de um Ministério específico, que pode desde já ser um bom sinal para que finalmente avancem as reformas tão necessárias ao país”, afirma Francisco Calheiros.
No mesmo comunicado lê-se ainda que a CTP espera que “o país possa ter a estabilidade governativa que é tão necessária para o crescimento económico e o equilíbrio social, fundamentais para que Portugal enfrente os desafios que se colocam perante a atual conjuntura internacional”.


