CTP congratula-se com início do processo de reprivatização da TAP
Embora continue a defender “uma privatização a 100%”, a Confederação do Turismo de Portugal congratula-se com o início do processo que prevê a alienação de 49,9% do capital da TAP mas alerta que vai ficar “muito atenta” ao processo.
Em comunicado emitido na sexta-feira, a CTP ‘aplaude’ o início do processo de reprivatização da TAP, aprovado em Conselho de Ministros na quinta-feira, dia 10 de julho, prevendo a alienação, na primeira fase, de 49,9% do capital da companhia aérea.
Embora a CTP defenda uma privatização a 100%, Francisco Calheiros, presidente da CTP, defende que “é positiva a abertura desta primeira fase do processo de reprivatização da companhia aérea portuguesa. A TAP é importante para o país e para o Turismo e não pode continuar sozinha e isolada no mercado. Pelo contrário, a TAP, inserida numa das grandes plataformas internacionais de aviação, pode vir a ter menos custos e praticar tarifas mais concorrenciais para captar mais e melhor turismo”.
Ainda assim, a Confederação do Turismo reafirma, no texto divulgado, que “continua a ser imprescindível que o consórcio internacional que fique a gerir a TAP garanta desde logo em contrato o hub de Lisboa e as ligações aéreas especiais às ilhas e aos PALOP”.
Francisco Calheiros, alerta, por isso, que “vamos estar muito atentos! Há exigências básicas de que o país e o turismo não podem prescindir!”.

