Carlos Baptista explicou o “recomeço” estratégico da GEA Brasil assente num crescimento sustentável
Em conferência de imprensa à margem da 21ª Convenção da GEA que terminou domingo na Madeira, Carlos Baptista, administrador do Grupo, deu conta do trabalho que está a ser feito na GEA Brasil, de que a GEA Portugal detém 40% do capital, e reafirmou a sua confiança na evolução do projeto.
Há cerca de um ano a GEA Portugal internacionalizava-se, com a entrada na GEA Brasil e, segundo Carlos Baptista “estamos muito satisfeitos com o caminho que estamos a fazer no Brasil”, um mercado “exigente”, onde a GEA Portugal está com dois parceiros, a GEA LATAM, e a Interamerican Network, o que, segundo o responsável, “dá-nos muita confiança na evolução do projeto”.
“Nós não queremos ser mais um player no mercado do Brasil”, afirmou, recordando que na altura a GEA Brasil tinha cerca de 250 agências e havia o objetivo de chegar às 1.000 em dois anos. No entanto, como algumas não estavam totalmente comprometidas com o projeto e estavam simultaneamente em outros grupos de gestão, foi feita “uma limpeza” porque “a nossa intenção não é dizer que temos número” mas sim “explicar que temos projetos sustentáveis e fortes”.
Fruto dessa “limpeza” a GEA Brasil ficou com cerca de 90 agências, mas entretanto entraram novas agência, estando agora com 162 “com uma relação muita mais fortalecida com os fornecedores”. Assim, o objetivo inicial das mil agências foi revisto muito embora considere que “o Brasil tem esse potencial”e a aposta é num “crescimento sustentável”.
Carlos Baptista adiantou ainda que está a ser implementado no Brasil o mesmo modelo de ecosistema que existe em Portugal e que a primeira convenção da GEA Brasil foi realizada em agosto, com cerca de 300 participantes. “È um passo de consolidação do projeto no Brasil e estamos a fazer o caminho”, garantiu.


