Carla Ferreira apresentou a Catai ao Turisver e anunciou o serviço de ‘assistente virtual’ que acompanha o cliente na sua viagem
A Catai realizou este mês um roadshow em que deu a conhecer a sua programação e que serviu para consolidar o seu posicionamento no mercado e prosseguir a estratégia de proximidade aos agentes de viagens. O Turisver pediu a Carla Ferreira, gestora comercial do operador, para nos apresentar a Catai. Nesta primeira parte da entrevista, o foco é nas mais-valias do operador.
Começámos por pedir a Carla Ferreira que começasse por nos falar da brochura que o operador edita – e à qual pode aceder-se através do próprio site – e da melhor forma de o agente de viagens se servir dela, com a gestora comercial da Catai a explicar que “a melhor forma de trabalhar com o nosso programa, é fazer uma consulta pelas zonas geográficas, que está logo nas primeiras páginas”, isto porque, ao entrar na agência, o cliente tem já uma noção do destino para onde quer ir e “a consulta do índice ajuda a localizar as ofertas” e a ficar informado “sobre o valor acrescentado que damos às viagens”.
Navegar no site, principal ferramenta de trabalho para o agente de viagens, “é muito fácil” já que este é “muito user-friendly, muito simples de manusear”, permitindo encontrar o destino que o cliente quer por zonas geográficas, ou por busca, bastando para isso “escrever o nome do destino no campo em branco” com a lupa e logo aparece toda a programação disponível para esse destino.
“Se o cliente quer Maldivas, escrevem num campo em branco Maldivas, e aparece toda a programação que inclui Maldivas, ou só o destino Maldivas, por exemplo, ou todos os combinados e circuitos que temos e as extensões. Portanto, é muito prático”, sublinha a responsável.
Como as variações e alternativas para um mesmo destino, são muitas, e há muitos produtos online, o agente de viagens consegue facilmente fazer os seus pacotes à medida do cliente, com recurso ao Travel Pricer, “um sistema que faz orçamentos de pacotes à medida em viagens de longo curso”, explica, acrescentando que é neste recurso que a Catai se está a focar.
“No site, o agente de viagens consegue fazer uma simulação de um circuito, e depois fazer uma extensão a uma praia, ou a 10 praias… há muitas opções, porque, às vezes, o cliente está indeciso, quer uma extensão às Maldivas, mas também quer saber quanto custa se for com Maurícias, ou com Koh Samui…”. Porque isto é feito automaticamente “o agente viagens realmente aprecia esta facilidade de fazer um orçamento com rapidez, ou dois, ou mesmo 10”, principalmente, disse-nos Carla Ferreira, no caso das lojas que atendem muito públicos, como as dos centros comerciais.
É importante que os agentes de viagens saibam “quem é quem” na equipa do operador. Nas reservas, departamento que está sediado em Madrid, está Paulo Rodrigues, que é o chefe de reservas da Catai para o mercado português, e com ele trabalham “a Bruna e a Milena, que fazem única e exclusivamente o atendimento às agências portuguesas”. Em Portugal, o Constantino Pinto é o diretor comercial da Catai, Carla Ferreira é comercial e tem toda a zona Sul, enquanto Leonor Almeida é a comercial na zona Norte”
Mesmo estando em Portugal há uns anos, a Catai não tem ainda no nosso país, a expressão que tem em Espanha e que quer agora também conquistar por cá. Para isso é fundamental que o agente de viagens conheça a Catai: um operador do Grupo Ávoris, que foi comprado no ano 2016, mas que tinha nascido em 1981, pelo que se trata de “um operador bastante maduro” que “opera nos cinco continentes”, mas que tem o seu sucesso baseado nas viagens de longo curo.
Também é importante que os agentes de viagens saibam “quem é quem” na equipa do operador. Nas reservas, departamento que está sediado em Madrid, está Paulo Rodrigues, que é o chefe de reservas da Catai para o mercado português, e com ele trabalham “a Bruna e a Milena, que fazem única e exclusivamente o atendimento às agências portuguesas”.
Em Portugal, o Constantino Pinto é o diretor comercial da Catai, Carla Ferreira é comercial e tem toda a zona Sul, enquanto Leonor Almeida é a comercial na zona Norte.
Mas, como sublinha Carla Ferreira, “é claro que a Catai é muito mais que isso, temos uma equipa de 200 pessoas, que vai desde do departamento de marketing, programação, carregamentos online, departamentos especializados nas Américas, nas Áfricas, nas Ásias”, o que permite que o operador possa atender os pedidos mais específicos que muitas vezes são feitos pelos clientes. Há, também, um departamento de grupos, com 10 pessoas, que faz para os grupos tudo aquilo que é feito para os clientes individuais.
A nossa interlocutora destaca, também, que “a média de idades na Catai é alta, é uma equipa bastante madura que está capacitada para responder todo o tipo de questões que aparecem e fazer muitos pacotes à medida” que vão além dos mais de 700 produtos diferenciados que o operador tem carregado no site.
Tanto em Espanha como em Portugal, a Catai tem muitos concorrentes, mas a gestora comercial afirma que “há algumas coisas em que fazemos a diferença (…) detalhes que valorizamos porque isso faz parte do ADN da Catai”.
É o caso, diz, do serviço Blue Ribbon Bags, que o operador contratou o ano passado, e que considera ser “de valor acrescentado a todas as viagens”. Trata-se de um serviço de busca e recuperação de bagagens que permite ao cliente, no caso de chegar ao destino sem bagagem, dirigir-se ao balcão do Lost & Found, fazer a sua reclamação, recolher o código PIR e informar a Blue Ribbon Bags que perdeu a sua bagagem e imediatamente a Blue Ribbon Bags entra em ação à procura da bagagem perdida e, “se não encontrar até 96 horas após o cliente aterrar no destino, tem que indemnizar o cliente em 1.000 euros por bagagem”, explica Carla Ferreira, frisando que, com este serviço “nós deixemos de ter problemas com bagagens”, o que, “em termos de gestão, foi importante”.
“Todos os viajantes da Catai têm este serviço incluído. Na documentação que recebem, têm o contacto da Blue Ribbon Bags para, no caso de acontecer esta situação, o cliente fazer as suas férias normais sem ter que estar preocupado com esta questão”, sublinha.
Outro serviço que faz a diferença e que vai aparecer em Portugal este ano, provavelmente já em junho, é o assistente virtual. Na documentação, os clientes terão o contacto de WhatsApp do assistente virtual da Catai- “Através da leitura de um QR Code, o cliente tem que informar o nosso assistente virtual com o número do localizador da Catai e o sobrenome, e cinco dias antes da viagem, e até cinco dias após o regresso a Portugal, poderá fazer perguntas a este assistente virtual”
Outro serviço que faz a diferença e que vai aparecer em Portugal este ano, provavelmente já em junho, é o assistente virtual. Na documentação, os clientes terão o contacto de WhatsApp do assistente virtual da Catai- “Através da leitura de um QR Code, o cliente tem que informar o nosso assistente virtual com o número do localizador da Catai e o sobrenome, e cinco dias antes da viagem, e até cinco dias após o regresso a Portugal, poderá fazer perguntas a este assistente virtual”, que responde a questões como: “Qual é o meu horário de voo? Qual é o contacto do recetivo local? O que é que inclui o meu seguro viagem? Qual é o contacto 24 horas?”.
De acordo com a responsável, a possibilidade de contactar o assistente virtual para esclarecer estas e outras questões, “vai evitar que o cliente ligue para o agente de viagens”, tratando-se, por isso, de “uma ferramenta muito válida que vai libertar o agente de viagens e facilitar a viagem ao próprio cliente”.
Também dá recomendações sobre o destino, como restaurantes, locais a visitar, etc.. O que o assistente virtual não responde é a uma alteração de voo, porque isso tem que ser tratado manualmente pelo agente de viagens e pelo departamento de reservas da Catai.
Outro aspeto que, segundo a nossa interlocutora, marca a diferença na Catai, são as documentações que as agências entregam aos clientes que viajam com o operador e que é composta por uma mochila por pessoa para viagens com valor inferior a 2.200€ por pessoa e por um trolley e uma mochila por quarto para viagens superiores a 2.200€ por pessoa.
Amanhã o Turisver vai publicar a 2ª parte da conversa com Carla Ferreira, gestora comercial da Catai. que vai apresentar as novidades da programação do operador.



