20º Aniversário: Chairman da Airmet frisou que em 20 anos o grupo cresceu de 13 para 550 agências e “vai continuar a crescer”
A Airmet Portugal assinalou no sábado o seu 20º aniversário. Fê-lo no FunPark, em Fátima, onde se reuniram agentes de viagens, parceiros de negócio, nomeadamente operadores turísticos e companhias aéreas, e outros profissionais, num evento que celebrou a trajetória de duas décadas, e apontou ao futuro porque, como afirmou Susana Fonseca, diretora-geral do gruo de gestão, “estamos cá para ficar”.
Foi com o evento “Roda de Samba” que a Airmet celebrou no sábado, dia 25 de julho, o seu 20º aniversário – 20 anos que foram de crescimentos e ao longo dos quais foram enfrentados muitos desafios, e em que o principal foco da ação do grupo de gestão foram os agentes de viagens, “a nossa razão de ser”, como afirmou Susana Fonseca, diretora-geral da Airmet.
Por isso, a celebração foi feita a “pensar nas pessoas que ao longo destes 20 anos trabalharam connosco e que contribuíram seguramente para a evolução do nosso grupo”, a “pensar também em todos os parceiros que ao longo destes 20 anos estiveram sempre braço dado connosco e que nunca nos viraram as costas e, obviamente, nas agências de viagens, que são o nosso principal foco, que ainda hoje confiam no nosso trabalho e que são a nossa razão de ser”, afirmou.

Na Airmet Portugal desde o primeiro dia, a atual diretora-geral, reconheceu ser “com alguma emoção” que encara “a evolução, inclusivamente pessoal” que teve ao longo destes 20 anos, e as “pessoas extraordinárias” que conheceu.
“Foram 20 anos em que o nosso setor mudou muito, evoluiu muito, foram muitos, muitos desafios, mas houve algo que ao longo destes 20 anos nunca mudou, que foi o nosso foco sempre, sempre, sempre direcionado para capacitar as agências de viagens”, assegurou.
A partir de agora, disse, inicia-se uma nova década, que se pretende “tão próspera quanto aquelas duas que já passaram”. Consciente dos desafios que o futuro reserva, Susana Fonseca mostrou também confiança no futuro da Airmet: “seguramente, estamos cá para ficar pede pedra e cal, e para dar continuidade a este nosso trabalho”
Agradecendo a todos quantos estão e estiveram na Airmet e a todos os fornecedores, a diretora-geral terminaria agradecendo a Miguel Quintas, chairman da Airmet por, há 20 anos, ter tido a coragem de trazer um novo grupo de gestão para Portugal.
Miguel Quintas deixou ainda a garantia que nos próximos 20 anos, a Airmet vai “continuar a crescer”, porque “crescendo conseguimos dar mais ferramentas, mais tecnologia, mais capacidade contratual, mais formação e, também, trazer para dentro do nosso meio aquilo de que todos nós necessitamos – e não falo apenas da formação, mas falo de uma equipa cada vez mais robusta”
Em dia de festa, em que as agências que há 20 anos fazem parte deste grupo de gestão, foram também homenageadas, Miguel Quintas sublinharia a resiliência da Airmet e a união que lhe serve de base. Como exemplo ilustrativo contou a história de resistência do pinguim imperador, que vive em grupo, sempre aberto à entrada, ao acolhimento e proteção de novos membros, e que só através dessa união consegue sobreviver.
“Eu trago aqui este exemplo porque não é diferente daquilo que tem sido a Airmet ao longo destes 20 anos”, afirmou, sublinhando que também este grupo de gestão “no meio das dificuldades que nos assolam, da parte difícil que é trabalhar neste setor, cada vez mais competitivo, cada vez mais concorrencial, vamos trazendo mais agências de viagens”. Um grupo que, pesem embora desafios e dificuldades, trabalha para que as agências de viagens tenham um sida a dia mais facilitado e “acima de tudo mais rentável”.
Referindo-se à trajetória da Airmet, lembrou que o grupo de gestão nasceu com 13 agências, tendo crescido, nestes 20 anos, para as atuais 550, para defender que “quanto maior for o nosso número, quanto mais agências nós formos, todos nós estaremos mais protegidos”.
Miguel Quintas deixou ainda a garantia que nos próximos 20 anos, a Airmet vai “continuar a crescer”, porque “crescendo conseguimos dar mais ferramentas, mais tecnologia, mais capacidade contratual, mais formação e, também, trazer para dentro do nosso meio aquilo que todos nós necessitamos – e não falo apenas da formação, mas falo de uma equipa cada vez mais robusta”, capaz de garantir que o grupo se mantém forte e unido e “trazer para todos nós as melhores condições, não só económicas mas também de apoio e atendimento ao cliente final”.










